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Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

Sometimes I think how it would be if I have a blog in English

É, de vez em quando sinto que podia ser melhor e ter um inglês bem melhor se eu tivesse um blog em que escrevesse em inglês. Se calhar isto é um esclarecimento para vocês, leitores que repararam que tenho um nome de conta e de blog em inglês, uma descrição em inglês, que no perfil público e no blog tenho a apresentação em inglês e, que ultimamente, o blog tem maioritariamente títulos e começos de posts em inglês.

Desde que comecei a fazer isto (e a falar com amigas em inglês) que a minha pronuncia melhorou (os meus colegas dizem que pareço britânica, mas eu discordo, só se fosse uma britânica com muita falta de vocabulário e com uma pronuncia terrível, ainda que eles a elogiem) e o meu vocabulário também melhorou imenso.

Pensei imensas vezes nesta possibilidade, afinal eu não fui inglesa durante muito tempo por casualidade, por alguma razão escolhi este idioma (é mais universal e quase toda a gente hoje em dia sabe e aprende inglês). Na altura pensei ser espanhola, mas era óbvio porque como ex- membro do grupo das v-lovers (do qual saí há já bastante tempo e não me arrependo nada porque detesto a série e acho que essa fase da minha vida foi extremamente excessiva), era de conhecimento geral que tinha um muito bom espanhol (aprendido desde que tenho 3 anos), por isso seria logo descoberta.

Entretanto eu pensei em ser italiana, mas desisti por falta de nomes e por falta de aprendizagem suficiente da língua. Quando desisti dessa ideia fui francesa, mas pensei em desistir porque, apesar de ter um bom francês e um bom vocabulário, não era suficiente e não me daria uma história credível e completamente diferente da minha, porque também era de conhecimento geral que tenho parentes que só falam francês, demoraria mais tempo a ser descoberta, mas ia dar ao mesmo.

Por fim pensei em ser inglesa e não vi qualquer fator que me impedisse e incapacitasse de tal coisa, se bem que pensei que me iam descobrir rápido, mas a probabilidade descia porque eu quase nunca falava em inglês. E durou imenso tempo, provavelmente continuaria se não tivesse dito nada, não sei.

Depois deste testamento enorme que já toda a gente deve estar farta de ler eu vou chegar a uma conclusão e fazer uma pergunta.

A conclusão é que com estes 6 meses de experiência eu aprendi imenso sobre e da Riley, das origens e da língua dela, ou seja, para mim o inglês acabou por ser a minha completa segunda língua.

A pergunta é: Será que devia criar um blog onde escrevesse em inglês?

 

Isto afinal não correu tão mal assim

Fiquei traumatizada quando recebi os primeiros testes, traumatizada e não é exagero. No mini-teste de Matemática tive Suficiente+ e a Ciências tive quase um ataque, tirei Suficiente, eu NUNCA na minha vida tirei uma nota tão baixa (nota essa que os meus pais ainda não tomaram conhecimento da existência mas que eu vou suspender um castigo ao me castigar a mim mesma primeiro).

Mas quando parecia que as coisas não podia piorar... foi então que surgiram... os outros testes.

Todos me correram pior que sabe-se lá o quê, mas o certo foi que tirei Bom a Físico-Química (o que não estava mesmo nada à espera e quando soube fiz grande festa no meio da sala aos pulinhos na cadeira), tirei Bom+ a Matemática (outro mini-teste), e a Inglês foi dose.

Quando a professora chamou o meu nome eu fiquei a transpirar porque vi a cara de descontentes dos meus companheiros ao sairem da aula e fiquei a pensar que ia tirar má nota, levantei-me e, quando olhei para o teste vi lá escrito Muito Bom, fiquei tão contente!

Por enquanto estou contente e triste pelas notas iniciais, mas vou melhorar, tenho a certeza!

Tirar boas notas não é essencial

Hi everybody! Eu sei que agora podem vir pais, alunos, psicólogos e toda a gente imaginável à face da Terra atacar-me por dizer uma barbaridade destas, mas eu tenho uma justificação perfeitamente verdadeira e pouco credivel que é: Não fui eu que disse isto, eu só estou a citar o que a psicóloga me disse.

Escandalizem-se, revoltem-se e/ou preocupem-se, o certo é que ela disse-me isso quando lhe disse que tinha de tirar boas notas.

Com o tempo começo a pensar que não sou eu a doente, que ela é que precisa de ir ao psicólogo!

 

Quem está deste lado?

Uma adolescente com os seus consistentes 15 anos que sobrevive às adversidades do dia a dia, acompanhada do seu blog, onde conta as suas peripécias e aventuras.

Estudante de secundário durante o dia, blogger durante a noite. Uma apaixonada pela escrita de todo o tamanho. Pensadora nata. Eterna sonhadora.

Para muitos um livro aberto, para outros um mistério por resolver.

Intrigado? Fica por estes lados e talvez desvendes o mistério.

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