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Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

"Já pensaste em ter amigos de carne e ossos? Amigos físicos?"

Hi people! Isso foi o que a minha mãe me disse há questão de poucos minutos quando lhe disse que tinha falado com uns amigos no chat e ela me perguntou quem eram e eu lhe respondi "Não conheces, são amigos da net".

A minha mãe gostava que eu tivesse mais amigos (nomeadamente do sexo oposto) na vida real, aqueles amigos que iam estar contigo todos os dias, mas eu já lhe tirei essa ideia da cabeça. "Eu não tenho culpa de os rapazes que me rodeiam todos os dias serem estúpidos, tarados e deprevados, ao menos na net eu conheço pessoas decentes!".

Claro que ela já me pediu a ficha completa deles, de onde são, quando nasceram e essas coisas, o que me fez ficar sem saber o que responder, mas pronto, sobrevivi ao interrogatório!

 

Crónicas de uma bulímica

Hi people! Recentemente recebi uma proposta interessante que resolvi colocar em prática, uma rapariga com cerca de 14 anos, como eu, contactou-me por causa destes posts todos que tenho feito e pediu-me se podia escrever uma crónicas sobre a sua experiência com a bulímia. Eu achei bastante interessante publicar alguma coisa diferente e resolvi aceitar, acho que era diferente e quis variar um pouco, deixar de fazer tudo tanto sobre mim, e nada melhor que estas crónicas para me deixarem desviar um pouco da via "eu", porque nem tudo tem de ser sobre nós mesmos, penso eu.

Eu vou começar a planear o primeiro post com a rapariga em questão, que prefere ser tratada como Dreamer. Vai haver uma crónica nova sempre que possível, espero que acompanhem esta rubrica e que tentem aceitar e apoiar a situação da Dreamer, que de certeza deve estar a passar por uma fase complicada, eu sei que pode parecer estranho, mas mesmo assim, façam o esforço, hoje é ela, amanhã podem ser vocês.

 

Review | American Pie: The Reunion

Ontem à noite estive a ver o American Pie, ou melhor, acabei a saga (o que me deixa triste porque gostava que houvessem mais filmes).

Basicamente, foi muito do que costuma ser. O grupo não avisa ao Stifler que vem para o encontro da turma de 99. O Jim faz asneira como sempre e o Sr. Noah Levenstein aconselha-o. Mas há muita coisa a mudar.

Assistimos neste filme a vários casamentos e passados deixados para trás, as dificuldades no casamento da Michelle e do Jim são notáveis devido ao nascimento do filho de ambos. Neste filme a mãe do Jim está morta, e isso acaba por ser bom porque caso contrário o Sr. Noah Levenstein nunca teria despertado aquele seu lado selvagem dos anos 70, ou melhor, o Stifler nunca teria conseguido despertar esse lado selvagem com a ajuda de uns bons shots.

O que eu mais gostei foi de o Stifler ter tido a oportunidade de se vingar do Finch, que em todos os filmes "comia" a mãe dele. Desta vez, foi ao contrário, já que a mãe do Stifler estava mais interessada noutras paisagens, o Stifler é que "comeu" a mãe do Finch, o que foi engraçado porque ele teve a mesma reação do Stifler quando aquilo estava para a acontecer.

Acho que já deu para perceber quem é a minha personagem favorita! Eu gostava de ter um amigo/amiga como ele, que me metia em confusões engraçadas mas que me ajudava sempre a remediar tudo! Ah, sem tirar o facto de que ter um amigo/amiga que dá umas festas como as dele não era de todo nada mau, pelo contrário, eu adoraria!

Quem é que já viu o filme? Gostaram?

 

 

The best song to describe how I'm feeling right now

Hi people! Hoje não está a ser um dia muito bom, na verdade este fim-de-semana não foi muito bom e começou na sexta-feira ao final da tarde. Mas eu não quero falar sobre isso, não me quero fazer de coitadinha, nem dramatizar, nem contar histórias tristes, provavelmente é tudo uma estúpidez da minha cabeça.

O certo é que hoje enquanto ouvia músicas do Ed Sheeran no Meo Music deparei-me com uma que descreve tudo, ou melhor, no fundo a música não é bem o que estou a sentir, mas tem algumas partes em que me sinto assim, quanto a mim mesma, não quanto a outra pessoa.

 Gosto especialmente da parte em que ele diz "See the flames inside my eyes, it burns so bright I wanna feel your love. Easy, baby, maybe I'm a liar but for tonight I wanna fall in love". Esta parte pode mesmo ser aplicada a mim, e eu sei que é estranho dizer que isto se a aplica a mim em relação a mim, mas acreditem que faz todo o sentido.

Gostaram da música? Eu estive a ouvir outras muito giras, mas esta marcou-me.

A semana foi a 1ª mas já parecia a última

Esta semana, como todos sabem, foi a 1ª semana de aulas do 3º e último período. No entanto, a mim e aos meus colegas pareceu-nos a última.

Começámos as aulas segunda normalmente, mas ao longo da semana ainda era tudo como na última, muito liberal, com alguns discursos apenas, nada muito sério, além de que ontem nem sequer houve aulas.

Pode ter sido a 1ª semana, mas nem tpc's tivemos, portanto... parece mesmo a última semana!

O que é a normalidade?

Ontem estive a ler uma entrevista da Jennifer Lawrence e vi uma coisa que resolvi também comentar. A normalidade. E vou falar dela em todos os aspetos.

Nos últimos tempos temos acompanhado um mundo onde os corpos magros têm sido o normal, quem não tem aquele tipo de corpo não é considerado normal. Mas o que é a normalidade?

Ontem também percebi que a normalidade não existe, estava a falar com uma blogger com quem tenho falado nos últimos dias (hei de falar-vos dela um dia, somos muito parecidas´em diversos campos) e percebi que a normalidade não existe.

Quando nos dizem para nos comportarmos como pessoas normais, eu fico a pensar no que é a normalidade? É um conceito que não existe, o normal não é regra. Há sempre algo que nos distingue uns dos outros, um promenor que pode mudar tudo ou pode ser mínimo, portanto a regra deixa de fazer sentido sendo aplicada nesta situação.

O que é no fim de contas a normalidade? É aquele retrato que um ser humano faz de si mesmo? Ou um retrato que um ser humano faz sobre os outros? Ou será o retrato que um ser humano faz do seu "eu" de desejo? Não sei.

Eu não sou normal, ou anormal, a única garantia que tenho é que me chamo Isabela Oliveira, tenho 13 anos, sou de Portugal, sofri de bullying enquanto mais nova e superei.

Este poderia ter sido o fim de um post que nos deixaria a pensar, mas como eu sou "anormal" não o deixo por aqui.

Deixo uma pergunta no ar: O que é a normalidade?

E agora sim, o post acabou mesmo!

Plano falhado!

Hi people! Hoje na minha escola não tivemos aulas, foi o dia da escola, uma festa em homenagem ao nome da escola, foi fixe até, teve algumas atividades e eu revelei-me muito boa no tiro com o arco e na esgrima.

O certo é que andei a festa toda com o plano de não cair na festa, porque em todas as festas da escola e nas visitas de estudo eu caio, portanto este ano queria mudar isso.

O certo é que realmente eu já desisti, junto-me a ti, J-Law, tu cais na passadeira vermelha, eu em eventos da escola todos os anos!

Caí sentada num dos jogos, desiquilibrei-me e caí, mas pronto, não foi muito mau, podia ter sido pior!

 

Porque é que somos fúteis e preconceituosos?

É uma pergunta que poucos fazemos, e que por ventura, achamos falso, mas infelizmente não é. Somos, falsos, preconceituosos, fúteis, entre outros adjetivos piores que estes, há muitos do mesmo tipo para caraterizar a sociedade em que vivemos.

Porque é que em vez de gostarmos ou não de alguém apenas pela pessoa que é, gostamos ou não gostamos das pessoas pelas marcas que usam, pela aparência apenas, e o mais grave e em alguns casos, pela conta bancária ou status?

Porque é que eu, enquanto adolescente que sou, saio à rua diáriamente e tudo o que vejo são miúdas e miúdos que tentam ser cópias de atores de Hollywood? Porque é que conheço pessoas que passam fome para serem imensamente magras, porque senão ninguém olha para elas? Porque é que vejo miúdas e miúdos a tentarem ser o que não são?

São perguntas simples, sem maldades, mas com respostas muito diferentes. Eu vejo diáriamente as miúdas a usarem roupas com que não se identificam e não se sentem confortáveis, só para agradar ao resto das pessoas.

Vejo mais nomeadamente raparigas a passar fome só para emagrecer, inclusive eu confesso que sou uma delas. Não passo mesmo fome, mas não como muito, e tento evitar comer. Eu criei algo a que eu chamo de "barreira da comida", nomeadamente eu já nem tenho quase fome nenhuma, tenho pouco apetite e detesto comer. Eu não sou das miúdas que vomito, mas sou uma das que projeta uma imagem falsa de si mesma.

Sinto-me à margem das raparigas da minha idade, confesso, todas namoram, todas andam na boa e eu não, ponto final e vou já parar de falar disto porque não quero deprimir-me a mim, nem a vocês.

Aquilo que vejo também são grupos de amigos a fazerem pressão e chantagem com os outros, têm de fazer certas coisas para serem aceites.

Marcas de roupa, telemóveis, o corpo, a própria roupa que usamos é motivo para nos excluirem, para gostarem de nós, que raio de sociedade é a nossa? Eu estou cansada disto! Eu estou cansada destas situações, e de inclusive experienciar algumas. Que raio de mundo é que nós estamos a criar? Que raio de monstros vamos ser no futuro? Que raio de monstros estamos nós a educar e criar?

Há pessoas a passar fome, não por opção, há pessoas a morrer sem condições, e com o que é que nós nos preocupamos? Com as novas coleções das lojas, ou com as promoções de maquilhagem, ou mesmo com o novo telemóvel da Apple, e quem diz Apple diz outra marca qualquer.

É lamentável dizermos ser humanos quando na realidade fazemos parte desta raça, onde muito, mas não todos praticam esta realidade e comprovam que não é apenas nos filmes ou nas séries de televisão que isto se passa.

Por fim quero sublinhar que, para o caso de ter ofendido alguém, peço desculpa, não era de todo minha intenção, e confesso que talvez tenha sido radical demais, mas sei lá, estava com raiva!

Quem está deste lado?

Uma adolescente com os seus consistentes 15 anos que sobrevive às adversidades do dia a dia, acompanhada do seu blog, onde conta as suas peripécias e aventuras.

Estudante de secundário durante o dia, blogger durante a noite. Uma apaixonada pela escrita de todo o tamanho. Pensadora nata. Eterna sonhadora.

Para muitos um livro aberto, para outros um mistério por resolver.

Intrigado? Fica por estes lados e talvez desvendes o mistério.

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