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Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

Lost in a Cloud

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Sou como sou

Romance é algo que nunca percebi. Pode ser algo "muito bom, maravilhoso" (just quoting), mas nunca percebi para que realmente serve.

Não gosto de romance, não faço questão em viver qualquer tipo de romance, quero apenas a minha vida, mas eu não quero amores e nem meios amores, não alinho nisso.

Não gosto muito de certas demonstrações afetuosas (não me incomodo com os outros, incomoda-me quando é comigo), não gosto de misturas. Chamem-me negativa, insensível, amargurada, ressabiada, acreditem que já me chamaram disso tudo e muito mais.

Eu sou realista, podem dizer até cruelmente realista, eu não tenho medo de dizer às pessoas que estão constantemente a dizer-me que "Daqui a uns anso falamos" que não quero e não faço, que prefiro estar sozinha que viver agarrada alguém e deixar de ter a minha livre vida.

Se já falaram comigo sobre isto e eu não vos disse nada disto, significa que é por gosto mesmo muito de vocês, caso contrário, tinham levado uma má e nada boa e agradável de ouvir resposta.

Prefiro ficar como estou que me magoar, prefiro ficar sozinha, é raro deixar que a corda estique demasiado, prefiro assim. 

Respeito todos os que são a favor de romance, mas eu não sou uma dessas pessoas, nunca na vida quis ou pensei dizer certas coisas, isso não é para mim.

 

Ela é linda

Mais uma vez surpreendi-me com as pessoas por aqui, a conclusão qe tirei delas é que precisam urgentemente de óculos bem graduados, e no caso de já os terem, irem ver porque não é suficiente a graduação.

Não me acho uma pessoa bonita, apesar de nem todos à minha volta serem da mesma opinião, por exemplo, tenho amigos e amigas minhas que dizem que sou bonita, por outro lado na escola sou considerada feia. 

Não estou acostumada de todo, a que as pessoas digam que eu sou bonita, mas no momento em que entrei naquele local, só ouvia pessoas a dizerem que eu era linda e que era bonita e que tinha bom gosto e tudo mais. 

Eu não me considero nenhuma das coisas, não me sinto nada daquilo que disseram que era. Gente a admirar a roupa que eu levava, fiquei deveras confusa com toda esta adoração por mim.

No fundo senti-me um bocado observada, por dançar daquela forma, por falar daquela forma, por outro lado senti-me algo que não me sentia há muito, muito tempo: fascinante.

As pessoas pareciam observar-me pelas atitudes que tinha, o facto de ter ido lidar com uma criança, de ter dançado com ele (neste caso era um rapaz com uma doença), o facto de não o ter ignorado e de o ter olhado de lado, senti-me uma pessoa fascinante por alguns momentos. A minha dança, a minha conversa, o meu espírito, senti que as pessoas se fascinavam.

No entanto, houve coisas que me chamaram à atenção, e uma delas foi o facto e a forma como eu olhava para as pessoas. Eu sou conhecida por ter um olhar penetrante, eu olho para as pessoas de uma forma diferente. Muitos dizem que o meu olhar intimida por eu olhar nos olhos das pessoas fixamente como se pudesse ler-lhes a alma, e ainda por cima os meus olhos são escuros.

Não sei se é por esse motivo que toda a gente olha para mim, se prestam atenção, não faço  mínima ideia, só digo que discordo completamente.

 

Quem está deste lado?

Uma adolescente com os seus consistentes 15 anos que sobrevive às adversidades do dia a dia, acompanhada do seu blog, onde conta as suas peripécias e aventuras.

Estudante de secundário durante o dia, blogger durante a noite. Uma apaixonada pela escrita de todo o tamanho. Pensadora nata. Eterna sonhadora.

Para muitos um livro aberto, para outros um mistério por resolver.

Intrigado? Fica por estes lados e talvez desvendes o mistério.

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