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Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

Eu quero-te a ti!

Nunca vou esquecer-me de ti! Nunca me vou esquecer do dia em que te conheci, desde esse dia que provavelmente gosto de ti, só nunca me dei conta disso! Tens sido sempre tu, quem me ajudou quando me dececionou, quem me apoiou nos piores momentos, estiveste lá sempre, mas eu sei que já não somos os mesmos.

Eu gosto de ti, eu admito isso, eu gosto e não te consigo dizer na cara, mas eu sinto isso por ti e é forte, eu sei que provavelmente não sentes o mesmo, mas eu não quero saber porque eu já estou feliz por ter a tua amizade, por te ter a ti!

Nunca vou esquecer-me do sorriso metálico lindo que tens, da tua capacidade para jogar football, do teu companheirismo, do respeito pelos teus amigos, de tudo o que fizeste por mim mesmo eu tendo desaparecido.

Sempre que te aproximaste muito de mim, eu senti borboletas na barriga, sempre que me tocavas eu arrepiava, provavelmente era o meu corpo a querer comunicar oa meu cérebro que se passava algo.

Eu nunca vou esquecer aquela mensagem, nunca vou esquecer aquele "Esquece e disfruta" porque soou tão "Let's do this thing girl" e eu não podia pedir mais nada.

Eu dei-me conta dos sentimentos que tenho por ti, e toda a gente diz que devemos marcar as nossas vidas com as pessoas realmente importantes, eu quero marcar a minha contigo. Eu quero-te a ti!

 

Tomei uma decisão

Desde há uns tempos para cá que sonho, em segredo, contituir uma família. Queria ser feliz, casar-me e ter filhos. Mas hoje tomei a decisão mais complicada da minha vida. Eu não vou fazer nada dessas coisas.

Provavelmente eu vou ser solteira para sempre, quem se vai apaixonar por uma pessoa feia, gorda e detestável como eu? Quanto a filhos, a decisão é muito mais dura.

Como já todos sabemos (acho eu), os bebés fazem-se a dois e se nunca encontrar alguém para estar ao meu lado, não é numa noite louca que tudo se resolve. Poderia sempre optar por fabricá-lo em laboratório, mas a questão não é essa.

Eu não quero ter filhos por que não vale a pena. O mundo é demasiado cruel, demasiado injusto e triste. Eu não quero que os meus filhos passem a vida toda a sofrer, não quero que os meus filhos acabem como a mãe. Além do mais, eu tenho a certeza absoluta que vou dar uma mãe horrível, nenhuma criança merecia ter uma mãe como a que eu seria, desequilibrada, detestável e chata, desinteressante.

Estou cansada das minhas colegas de turma dizerem que às vezes ganhamos, e que às vezes perdemos, porque ao contrário delas, eu estou sempre a perder tudo!

Sinto-me mal, sinto-me triste, tenho vontade de chorar, admito isso, mas não quero chegar a esse ponto porque sinto-me fraca, eu estou a falar disto e ao escrever isto tenho vergonha, sinto-me dramática, exagerada, depressiva e fraca.

 

Quem está deste lado?

Uma adolescente com os seus consistentes 15 anos que sobrevive às adversidades do dia a dia, acompanhada do seu blog, onde conta as suas peripécias e aventuras.

Estudante de secundário durante o dia, blogger durante a noite. Uma apaixonada pela escrita de todo o tamanho. Pensadora nata. Eterna sonhadora.

Para muitos um livro aberto, para outros um mistério por resolver.

Intrigado? Fica por estes lados e talvez desvendes o mistério.

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