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Lost in a Cloud

Be simple. Be original. Be yourself.

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#1 Peripécias da Bella: Eu desisto!

Resolvi seguir a sugestão da Simple Girl e fazer esta rubrica em que eu conto aquelas confusões em que eu já me meti, e que hoje sinceramente só me dão vontade de partir a rir!

"Eu desisto!", foi o que eu disse quando desisti do volley, aliás, contei isso neste post. No entanto, a história do volley não parou por aqui. Na altura em que eu desisti, os meus pais estavam a tratar da minha entrada para o melhor clube da cidade, eu ia competir a nível nacional, ia fazer os exames e tudo, estava mesmo para ir.

Eu tinha sido expulsa desistido do volley na escola, mas isso não equivalia a que eu não fosse para o clube. Bem, eu depois de muita insistência e conversas intermináveis que acabavam sempre em discussões, convenci os meus pais a deixarem-me desistir de tudo.

Bem, eu ia ser federada, isso era ótimo e eu perdi essa oportunidade porque não queria ir bater bolas todos os dias para um ginásio até às 8 da noite, era chegar a casa, comer e ir dormir e eu tinha outros planos, como sair com as minhas amigas, como falar com elas, como ver televisão, ser uma adolescente normal.

E com isto fiz porcaria, discuti com os meus pais, poderia ter ficado de castigo, traí algumas expetativas que eles tinham quanto a mim. Eu era mimada por todos, tinha tudo, era capitã de equipa, árbitra principal, braço-direito da treinadora...

Este foi um erro que cometi, não me arrependo, eu estava cansada e manter-me obrigada tinha sido pior ainda, provavelmente continuaria igual, só de pensar que nas férias tinha que passar os dias a treinar, dá-me naúseas!

Tomei uma decisão

Desde há uns tempos para cá que sonho, em segredo, contituir uma família. Queria ser feliz, casar-me e ter filhos. Mas hoje tomei a decisão mais complicada da minha vida. Eu não vou fazer nada dessas coisas.

Provavelmente eu vou ser solteira para sempre, quem se vai apaixonar por uma pessoa feia, gorda e detestável como eu? Quanto a filhos, a decisão é muito mais dura.

Como já todos sabemos (acho eu), os bebés fazem-se a dois e se nunca encontrar alguém para estar ao meu lado, não é numa noite louca que tudo se resolve. Poderia sempre optar por fabricá-lo em laboratório, mas a questão não é essa.

Eu não quero ter filhos por que não vale a pena. O mundo é demasiado cruel, demasiado injusto e triste. Eu não quero que os meus filhos passem a vida toda a sofrer, não quero que os meus filhos acabem como a mãe. Além do mais, eu tenho a certeza absoluta que vou dar uma mãe horrível, nenhuma criança merecia ter uma mãe como a que eu seria, desequilibrada, detestável e chata, desinteressante.

Estou cansada das minhas colegas de turma dizerem que às vezes ganhamos, e que às vezes perdemos, porque ao contrário delas, eu estou sempre a perder tudo!

Sinto-me mal, sinto-me triste, tenho vontade de chorar, admito isso, mas não quero chegar a esse ponto porque sinto-me fraca, eu estou a falar disto e ao escrever isto tenho vergonha, sinto-me dramática, exagerada, depressiva e fraca.

 

Desisto!

Desisto! Ontem fui ao volleyball para ver se melhorava e descarregava alguma energia e raiva do que tem acontecido. Conclusão: Acabei ainda pior!

Fui treinar, os serviços por cima não davam, por baixo iam demasiado longe, até aí ok, mas fiquei mesmo chateada porque fui jogar contra um puto convencido que achava que sabia mais que todda a gente.

Fiz um remate perfeito e a treinadora marcou ponto para a outra equipa só porque queria que fosse só passe, e só me deixou jogar a sério com os outros mesmo no final, o que é injusto!

Com isto devia ter ficado era sossegada, que estava melhor! Nunca mais volto ao volleyball, fui ao curso da arbitragem e agora tenho de voltar a ir, estou farta!

 

Quem está deste lado?

Uma adolescente com os seus consistentes 15 anos que sobrevive às adversidades do dia a dia, acompanhada do seu blog, onde conta as suas peripécias e aventuras.

Estudante de secundário durante o dia, blogger durante a noite. Uma apaixonada pela escrita de todo o tamanho. Pensadora nata. Eterna sonhadora.

Para muitos um livro aberto, para outros um mistério por resolver.

Intrigado? Fica por estes lados e talvez desvendes o mistério.

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